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A chave da restauração
Pedro Liasch Filho

 

Este é o caso de uma chave que veio a ser o motivo de uma incrível restauração, contado por autor não nominado. Passava de meia-noite quando, sob um frio intenso que fazia gelar a chuva que caia na grande cidade, um vulto subia silenciosamente a escadaria de um palacete. Seria algum ladrão? Nesse instante a pessoa tirou do bolso uma chave e, colocando-a na fechadura, abriu a porta. Parou para se aquecer um pouco na lareira e, em seguida, já no andar superior, calmamente virou a maçaneta e entrou num quarto.  Então, à beira de uma cama, já arrumada, caiu de joelhos e começou a agradecer a Deus.

Não se tratava de nenhum marginal, pelo contrário, era um rapaz doente, membro da família que, tendo ido embora, voltava arrependido para casa. Sua mãe morrera fazia dois anos, e julgando o seu pai muito sistemático, não quis continuar a viver com ele. Certa vez, porém, recebera do pai um envelope que continha apenas uma chave, a chave de sua casa, que de pronto o fez lembrar do lar, dos pais e das orações da mãe. Muitas vezes pensou em voltar, mas o amor-próprio e a vergonha o impediram. Agora, porém, aquela pequena chave o ajudou a voltar ao lar.

No dia seguinte, abrindo a porta do quarto, como aliás o fazia todos os dias desde que ao filho enviara a chave, ao ver alguém na cama, o pai teve uma grande surpresa: Era mesmo o que ele estava pensando? Sim, era verdade! Seu filho voltou. Então o rapaz, abrindo os olhos, disse: Pai, como estou satisfeito por ter me enviado a chave.

Não é sem razão que nós cantamos alegremente esta canção:

O amor é a chave, a essência da vida. / Por que não podemos ser um só? / O amor é a chave. Duvido que não. / Se queres viver, tenta amar.

Ao irmão que, desviando-se do caminho, afastou-se do rebanho, não precisamos enviar uma chave da igreja, até porque suas portas estarão sempre abertas. O que de fato podemos e devemos fazer é abrir-lhe o coração para que, voltando, tenha uma calorosa recepção.

“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor...” (At 3.19, 20).

“... Assim diz o Alto e o Sublime, que habita na eternidade, e cujo nome é Santo: Num alto e santo lugar habito; como também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos, e para vivificar o coração dos contritos” (Is 57.15).

 “E os teus ouvidos ouvirão a palavra do que está por detrás de ti, dizendo: Este é o caminho, andai nele, sem vos desviardes nem para a direita nem para a esquerda” (Is 30.21).

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