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Homens de Deus honrados
Pedro Liasch Filho

Que de fato o homem de Deus deve ser respeitado em todos os aspectos, não só pelo fato de ser servo do altíssimo, ministro da Palavra, mas também por seu caráter, é de se esperar. Visto que foi aprovado por Deus, a ponto de lhe confiar o evangelho (1Ts 2.4), assim devem proceder, não para agradar a homens, mas a Deus, tornando-se ainda exemplo na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza, tanto para o seu rebanho quanto para os que estão fora da igreja (1Tm 4.12).

A maior alegria do homem é ter se tornado filho de Deus; seu maior privilégio é ter sido feito ministro de Cristo, e cooperador no seu Reino. Paulo e Apolo, por exemplo, por meio dos quais os coríntios creram para a salvação, foram grandes cooperadores de Deus. Paulo plantou e Apolo regou, porém, Deus deu o crescimento (1Co 3.4-6). “... Que os homens nos considerem como servos de Cristo e despenseiros dos mistérios de Deus” (1Co 4.1).

Moisés era de tal modo honrado que o povo se levantava e ficava em pé à entrada de sua tenda, observando-o respeitosamente, até que ele entrasse nela (Êx 33.8). Paulo aos tessalonicenses recomenda a que tenham consideração para com os que os lideram no Senhor e os aconselham. Pede-lhes para que os tenham na mais alta estima, e os recebam com amor, por causa do trabalho deles (1Ts 5.12, 13). Ademais, são embaixadores de Cristo (2Co 5.20).

Respeitamos o embaixador porque ele representa uma nação. Se o desonrarmos, estaremos tacitamente desonrando o próprio país que ele representa. Eis porque os embaixadores do Reino de Deus devem ser igualmente respeitados. Aquele que respeita os líderes da Igreja, o corpo de Cristo, respeita a Cristo, o cabeça da Igreja. “Quem vos ouve, a mim me ouve; quem vos rejeita, a mim me rejeita; mas quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou” (Lc 10.16).

Com efeito, os pastores que quiserem conquistar honras, devem pastorear o rebanho de Deus, não por constrangimento, mas espontaneamente; não por sórdida ganância, mas de boa vontade; nem como dominadores, tornando-se antes de tudo modelos do rebanho (1Pe 5.2, 3).

Devem se apresentar a Deus, aprovado como obreiro que não tem do que se envergonhar, manejando bem a palavra da verdade (2Tm 2.5). Devem ser aptos para ensinar (2Tm 3.2); devem zelar pelas ovelhas, como quem delas hão de prestar contas (Hb 13.17).

“Cada um exerça o dom que recebeu para servir os outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas. Se alguém fala, faça-o como quem transmite a palavra de Deus. Se alguém serve, faça-o com a força que Deus provê, de forma que em todas as coisas Deus seja glorificado mediante Jesus Cristo, a quem sejam a glória e o poder para todo o sempre. Amém” (1Pe 4.10, 11).

A exortação de Paulo aos pastores de Éfeso, Corinto, Filipo e a Timóteo é também uma advertência aos ministros de hoje: “Cuidem de vocês mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo os colocou como bispos, para pastorearem a igreja de Deus, que ele comprou com o seu próprio sangue” (At 20.28).

“Tornem-se meus imitadores, como eu o sou de Cristo” (1Co 11.1). “Irmãos, sigam unidos o meu exemplo e observem os que vivem de acordo com o padrão que lhes apresentamos. Pois, como já lhes disse repetidas vezes, e agora repito com lágrimas, há muitos que vivem como inimigos da cruz de Cristo” (Fp 3.17, 18). “Ninguém o despreze pelo fato de você ser jovem, mas seja um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza” (1Tm 4.12).

Aos ministros disse Jesus que os estaria enviando como ovelhas entre lobos. Portanto, deveriam ser astutos como as serpentes e sem malícia como as pombas (Mt 10.16). Às vezes, porém, não lhes basta, simples astúcia. Devem ser suficientemente astutos para superar a astúcia do inimigo, que, além de lhes tentar por todos os lados e de todas as maneiras, no mais das vezes, sorrateiramente espalha entre os pastores, dissensões, discórdia e facções uma das armas malignas mais perversas e não menos eficazes para destruir a obra de Deus. “Todo reino dividido contra si mesmo acabará em ruína, e toda cidade, ou casa, dividida contra si mesma, não subsistirá” (Mt 12.25).

Se os ministros de hoje estão fracassando, é porque não estão seguindo a Cristo. Ele disse que o verdadeiro discípulo é o que permanece firme na sua palavra (Jo 8.31), ou seja, é aquele que, seguindo os seus ensinamentos, obedece-lhe incondicionalmente e, além disso, não se vangloria, senão, aliás, considera-se servo inútil, pois, como semeador da lavoura do Reino, apenas age como cumpridor do seu dever (Lc 17.10).

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